5 TED Talks para profissionais de RH se inspirarem

Se você é um profissional de RH, sabe como ninguém o quanto é importante liderança e equipe estarem motivados dentro de uma organização. Mas, para que isso aconteça, a empresa deve investir nesse profissional para que ele se sinta valorizado e desempenhe bem suas funções diariamente. Existem várias maneiras de investir nos profissionais de uma organização, sendo os treinamentos e a capacitação em determinadas habilidades os melhores exemplos disso.

As maneiras mais comuns de se ministrar treinamentos são através de cursos, palestras, workshops, entre outros. Entretanto, muitas empresas hoje em dia têm apostado em qualificar seus colaboradores por meio das TED Talks.

Mas afinal, o que são TED Talks?

São palestras em vídeo organizadas pela TED (Technology, Entertainment, Design), instituição sem fins lucrativos de esfera mundial, que trazem a proposta de abrir discussões de forma inovadora envolvendo nomes relevantes de diversas áreas de atuação, inclusive aqueles ligados ao RH.

A intenção é de trazer para fora da caixa pensamento engessados, em boa parte dos casos, das pessoas, incentivando com que saiam da sua zona de conforto e reconsiderem sua própria trajetória profissional.

Separamos então, 5 TED Talks para inspirar os profissionais de RH a cultivarem nas organizações um ambiente cada vez mais comprometido e produtivo para os seus colaboradores.

1. A surpreendente ciência da motivação – Dan Pink

O que realmente motiva as pessoas a se dedicarem e se esforçarem em seus trabalhos? Provavelmente você pensou na recompensa financeira, certo? É comum a maioria das pessoas pensarem dessa forma, mas talvez esse incentivo não seja a principal resposta para essa questão.

Segundo o analista de carreira, Dan Pink, políticas ainda praticadas pelas empresas como a de recompensa financeira ou a punição em caso de erro, agem nas pessoas de forma limitada e por tempo determinado, sendo consideradas por ele como ultrapassadas e ineficientes. Nesse vídeo você poderá avaliar por um outro ponto de vista esse assunto. Dan exemplifica através de casos baseados em evidências, uma ligação entre a motivação e o desempenho e explica porque recompensas raramente aumentam a produtividade. E diz que “autonomia, domínio e propósito” são os únicos fatores que realmente motivam as pessoas.

Assista e reflita:

 

2. Como grandes líderes inspiram ação – Simon Sinek

O escritor, consultor de marketing e palestrante motivacional, Simon Sinek, apresenta em sua palestra a teoria do “Círculo Dourado”. É um modelo simples, formado por três níveis: Por que, Como e O quê.

Nesse vídeo, Sinek levanta o questionamento do porque as pessoas se sentem mais influenciadas pela Apple do que pela Dell, se ambas estão no mesmo campo de atuação. Por que a Apple é tão inovadora ano após ano? Se assim como a Dell é apenas mais uma empresa de computadores. Porque ela parece ter algo diferente das outras?

Por que Martin Luther King liderou o Movimento dos Direitos Civis? Ele não foi o único homem a sofrer numa América anterior aos direitos civis.  E por que os irmãos Wright foram capazes de inventar o voo tripulado controlado quando havia certamente outras equipes mais qualificadas, com melhor financiamento as quais não conseguiram?  Ele mostra o que todos esses casos têm em comum entre si e completamente diferente dos outros. A estratégia para liderar “de dentro para fora”, mostra que as pessoas não compram o que você faz e sim o porquê você faz.

A Apple se destaca nessa teoria, pois de acordo com Sinek, ela se baseia nos fundamentos da biologia humana para envolver pessoas. Comunicam-se de forma direta com o nosso cérebro tocando as áreas responsáveis pelos sentimentos como a confiança e a lealdade, isso faz com que as pessoas acreditem no que ela acredita e naturalmente a escolha.

“O objetivo então, não é simplesmente vender a pessoas que precisem do que nós temos; o objetivo é vender àqueles que acreditam no que nós acreditamos. O objetivo não é simplesmente contratar pessoas que precisam de um emprego; é contratar pessoas que acreditam no que nós acreditamos.”

“Se você contrata pessoas apenas porque elas podem fazer um trabalho, elas trabalharão por dinheiro. Mas se você contratar pessoas que acreditam no que você acredita, elas trabalharão para você com sangue, suor e lágrimas”, conclui ele.

Para melhor compreensão, assista:

 

3. Por que a melhor contratação não precisa ter o currículo perfeito – Regina Hartley

No dia a dia de um profissional de RH se faz necessário ter bastante discernimento e um bom toque de sensibilidade na triagem e seleção dos candidatos.

A diretora de RH da UPS, Regina Hartley, aborda em sua palestra o princípio de que “aquele que nem sempre parece tão bem no currículo pode ser a pessoa certa para contratar”.

Ela conta como identifica os dois perfis de candidatos existentes. O candidato A: universidade de elite, notas excelentes, currículo impecável, referências ótimas e o candidato B: escola pública, pula de emprego em emprego, e trabalhos temporários, como caixa, garçonete e cantora. Então desafia a plateia os questionando: “qual deles vocês escolherão?”

Hartley diz que com o tempo aprendeu a perceber as histórias contatadas naqueles currículos e ao invés de descartá-los como geralmente é feito na primeira impressão, ela escolheu dar uma chance a eles. Os “comigo ninguém pode”, que assim como ela cresceram na adversidade, passaram por dificuldades ao longo da vida, tem mais humildade, são persistentes e valorizam mais as oportunidades, diz ela.

“Escolha o candidato subestimado, cujas armas secretas são o fervor e a determinação” “Contrate os comigo ninguém pode” conclui.

Clique e confira:

 

4. Como fazer o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional funcionar – Nigel Marsh

Já imaginou conseguir conciliar trabalho e lazer no decorrer de seus dias? Fazer tudo que gosta e ainda produzir bastante em seu trabalho? Que tal passear com o cachorro, se exercitar, passar tempo com amigos, família e ainda executar toda a sua pauta do dia? Parece fantástico, porém bem distante da nossa realidade atual, não é mesmo?

O consultor de gestão e especialista em comunicações, Nigel Marsh, conta em sua palestra, como era o estilo de vida dele até os 40 anos e como percebeu que na verdade não estava vivendo e sim empurrando a vida, estragando sua saúde física, mental e negligenciando sua família. Até que decidiu mudar e encontrar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

Conta de maneira bem-humorada como foi o processo de busca sobre como entender e obter esse equilíbrio de maneira simples e real.

Então ele fez 4 observações críticas sobre seus estudos:

• Certas escolhas de trabalho e carreira são incompatíveis com estar de fato envolvidos diariamente com uma jovem família. Que a realidade que vivemos atualmente, traz pessoas vivendo em verdadeiro desespero se desgastando em empregos que odeiam para poder comprar coisas que não precisam para impressionar pessoas que não gostam.

• Nem o governo e nem as empresas podem trazer qualidade ao nosso estilo de vida. Por mais bem-intencionadas que sejam, as empresas foram feitas para tirar o máximo possível de seus funcionários. Nós temos que ser responsáveis por colocar e impor barreiras que queremos em nossas vidas.

• Sejamos realistas em saber que não é possível fazer tudo que gostaríamos ao longo do dia, mas não podemos cair na armadilha do pensamento “eu terei uma vida quando me aposentar… o dia é muito curto e depois que se aposentar é muito longo”. Deve-se encontrar o meio termo.

• É preciso saber que as coisas pequenas são importantes. Ter mais equilíbrio não significa mudanças dramáticas em nossas vidas. Com um mínimo de investimento nos lugares certos, podemos transformar radicalmente a qualidade de nossa relações e qualidade de vida”.

Para entender melhor, clique, divirta-se e reflita:

 

5. Por que fazemos o que fazemos? – Tony Robbins

“O que o motiva a agir? O que move você hoje? Não há dez anos atrás. Ou você está fazendo a mesma coisa?” É o princípio da abordagem que faz o estrategista, escritor e palestrante motivacional Tony Robbins.

Nesse vídeo, ele diz acreditar que somos movidos por forças interiores que nos impulsionam a ir em busca de nossos objetivos. Que essas forças agem em nós e nos motiva a transformar nossos medos em poder, tornar nossos sonhos em realidade e a obter conexões que podem resolver alguns dos desafios que temos na sociedade hoje. E o que define a capacidade das pessoas de contribuir, de fazer algo além de si mesmas.

Em meio a muitos exemplos, Robbins destaca um atleta ao ouvir um diagnóstico, “Você tem câncer no testículo.” Isso é difícil para qualquer homem, especialmente um ciclista. Entra na sua mente, nos seus pulmões. Mas qual foi a decisão dele, focar em que? Diferente de muitas pessoas. O que significou? Não era o fim, era o começo. O que você vai fazer? Ele segue em frente e ganha sete campeonatos, e nunca ganhou nenhum antes do câncer, porque adquiriu fitness emocional, força psicológica.”

Essa é a diferença entre os seres humanos. O que fazemos com motivação é o que representa o que verdadeiramente importa para nós.

Nossas necessidades nos moldam, precisamos estar sempre em condições variáveis para sermos impulsionados a sair da zona de conforto.

Robbins completa convidando a plateia e se doar porque é o que vai preencher a vida e também a estimar o que move as outras pessoas. Para ele, a emoção cria a ação e isso pode mudar o mundo.

Assista ao vídeo e entenda como funciona essa teoria:

 

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